Estou sendo o profissional certo no lugar certo?

Estou sendo o profissional certo no lugar certo?

Olá caro leitor! Esse artigo será um convite a reflexão de um importante tema de nossas vidas! O Trabalho.

Você já parou para pensar se trabalha com o que gosta? Alias, antes disso, você já sabe do que você gosta? Consegue identificar quais são os tipos de trabalhos ou profissões que mais possuem relação com o seu perfil ou personalidade? Afinal, você conhece qual o seu perfil profissional? Sabe quais são os seus pontos fortes e fracos? Quais os motivadores pessoais/profissionais? Eu poderia trazer aqui mais algumas dezenas de perguntas similares a essas, buscando aprofundarmos nesse tema, entretanto, por hora, vamos ficar apenas nessas…

Infelizmente, pesquisas revelam quase que em unanimidade que, o nível de satisfação dos profissionais com o próprio trabalho, na grande maioria das pessoas, é muito baixo. Essa é uma realidade em escala mundial. Isso é reflexo de uma série de fatores, mas posso seguramente afirmar que um dos fatores mais relevantes e importantes que podem ser considerados como causa desse resultado, é a ausência de autoconhecimento desses profissionais.

O que seria o autoconhecimento? Apenas para equalizarmos a definição e trabalharmos com a mesma perspectiva, autoconhecimento é a capacidade da própria pessoa de se autoperceber, ou seja, se autoconhecer. Para quem deseja conhecer mais sobre esse termo, sugiro fazer uma pesquisa mais profunda sobre o assunto.

Se pararmos então para refletir sobre isso, podemos pensar, quais seriam as consequências para a vida da pessoa, se ela vivencia essa condição de trabalhar com o que não gosta? Será que isso afetaria saúde, relacionamentos, família, convívios sociais, qualidade de vida, etc? Provavelmente você concluirá que sim!

Se levarmos em consideração que a carga horária semanal convencional de trabalho da grande maioria dos cargos, é de 40 a 44 horas semanais, passar todo esse tempo, fazendo o que não gosta,seria quase que uma tortura, correto? Ao menos, no meu ver, sim!

E mais, podemos dizer que 08 horas por dia, é um 1/3 de 24 horas, ou seja, passamos no mínimo um terço de nossas vidas dentro do ambiente de trabalho. Considerando que outras 8 horas, passamos dormindo, ou, pelo menos, perto disso, sobra então um ÚNICO terço de nossas vidas, para fazermos o que realmente gostamos. Está certo isso? Essa realidade não poderia ser um pouco diferente?

Com certeza sim! E a chave para isso é começar a conciliar trabalho/profissão/satisfação. Trabalhar com o que verdadeiramente te faz feliz e te traz grande satisfação pessoal. Se pouco antes, falamos que trabalhar com o que não gosta, traz grandes prejuízos a nossa vida, faria sentido então afirmar que o oposto também é verdadeiro? Ou seja, trabalhar com o que gostamos, traria grandes ganhos para diversas áreas de nossa vida?

Sendo assim, a profissão/trabalho algo tão importante em nossas vidas, eu te pergunto: Qual o seu nível de satisfação com o seu trabalho atual? Numa escala de 0 a 10, qual seria a pontuação que você se daria nesse quesito?

Se sua resposta ficou numa escala de 5 para cima, provavelmente você já encontrou ou começou a se encontrar num tipo de trabalho ou profissão em que realmente gosta. Entretanto, ainda assim,convido-o a fazer mais uma reflexão e se perguntar: Se essa nota pudesse ser melhorada um pouco mais, que melhorias seriam essas, necessárias, do ponto de vista de trabalho e profissão, para ter uma nota superior? Se a nota foi 10, o que falta para atingir o 11? O que falta para você ser mais completo e satisfeito profissionalmente? A resposta para essas perguntas, começarão a te dar um norte, do que ainda te falta para se ter uma vida profissional realmente plena e com muita satisfação!

Agora, se sua nota ficou numa escala de 5 para baixo, eu realmente te convido a pensar, o que te mantém nessa condição? O que te faz trabalhar com o que não gosta? O que te faz persistir nisso? Qual é o seu plano para sair dessa? Quando? Como? Quanto isso irá te custar? Do que você estará disposto a abrir mão? Quem irá te ajudar com isso?

Comece a pensar nisso já! Pegue papel e caneta e responda a essas questões que deixei para você! É importante pensar nisso! Sua vida pode estar pagando um preço alto por essa condição…

Trazendo essa temática todo do artigo até aqui, para o universo do Coaching, posso afirmar que essa é uma das demandas mais comuns pelo qual as pessoas buscam um processo de Coaching. O Coaching ajudará o profissional a se conhecer melhor, identificar os seus pontos fortes e fracos e os pontos à serem desenvolvidos, estabelecer metas e prazos para o atingimento dessas, identificar as profissões que tenham mais relação com o próprio perfil, etc. O Coaching é um processo de“auto-descobrimento” fantástico e poderosíssimo!

O Coaching quando aplicado de forma correta e eficiente pelo Coach, profissional habilitado a trabalhar com a técnica, traz mudanças e resultados rápidos e duradouros para a vida da pessoa. Mudar a si mesmo, muda o seu próprio mundo!

Quanto você está disposto a mudar a si mesmo, para ter uma vida mais equilibrada? Pense nisso…

Saiba mais sobre Coaching.

Um grande abraço!

Gustavo Pimentel
Master Coach

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